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ESAÚ E JACÓ: DISCURSO, POLIFONIA E DIALÉTICA

ESAÚ E JACÓ: DISCURSO, POLIFONIA E DIALÉTICA O link mencionado como introdução é o ensaio publicado originalmente na página da revista** citada abaixo. Janice Mansur* RESUMO: Neste trabalho, vamos analisar o narrador e as personagens machadianas a fim de observar o movimento dialético que perpassa toda obra, percebendo, ainda, as nuances em que a duplicidade e a multiplicidade de vozes se imbricam no romance Esaú e Jacó. Assim, trabalhando com análise do discurso de Mikhail Bahktin e seus conceitos de polifonia e dialogismo, exploraremos, principalmente, a plasticidade estética na criação desta obra-prima do Bruxo do Cosme Velho, no que ele nos traz de mais atual. PALAVRAS-CHAVE: Polifonia. Análise do Discurso. Machado de Assis. ABSTRACT: This work aims to analyze the narrator and typical characters of Machado de Assis in order to observe the dialectic movement that is present in his whole work, noticing how duplicity and multiplicity of voices are interconnected in the roma...

Introdução

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Luluzinhas ou Bolinhas?

  Às vezes, chego à conclusão de que nós, homens e mulheres, somos muito parecidos. Não quero com essa afirmação generalizar, pois, em contrapartida, sabemos que somos pessoas bastante diferentes dependendo de questões biológicas, educacionais, psíquicas, culturais, etc. Entretanto, deveríamos entender também que não somos compostos por dois blocos sólidos e distintos: Luluzinhas ou Bolinhas, aos quais algumas teorias tentam nos reduzir. Quando falo de Luluzinhas ou Bolinhas, estou aqui me recordando da história em quadrinhos (gibi) que trazia “clubes” separados em meninas e meninos. Você se lembra do “clube da Luluzinha” e do “clube do Bolinha”? Pois é, nessas circunstâncias, os seres são antagônicos e disputam por territórios, defendem suas preferências e se mostram adversos uns para com os outros. Não há respeito pelas diferenças e decisões particulares, as vontades são coletivas, apesar de todos fazerem o que “o cabeça” do grupo decidiu, sem pesar ou medir consequências. Não ...

COMO SABER SOBRE MIM

>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> Faço revisão de textos acadêmicos (dentro das normas da ABNT), didáticos, publicitários, cinematográficos, etc., respeitando a nova ortografia. Faço retextualização de transcrição (ou melhor, refacção ou reescrita, passagem de uma forma escrita para outra). Reviso websites e redijo para Arquitetos de Informação. Presto consultoria especializada na área literária também. Conheça mais sobre meu trabalho em: CURRÍCULO: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4138157Z8 COLUNA Conceitos e Preconceitos: http://www.niteroinegocios.com POESIA: http://www.blocosonline.com.br/literatura/poesia/obrasdigitais/saciedigpv/07/jmansur01.php Artigo (nº19) recém-publicado: http://www.letramagna.com/art...

Retextualização? EU FAÇO: o que é?

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"O termo retextualização é novo no Brasil. A retextualização ocorre  quando se realiza a tarefa de 'transformar' o que é falado em escrito. Porém, segundo Marcuschi (op. cit.), essa é apenas uma das formas possíveis de se fazer retextualização. Travaglia (1993) utilizou o termo em sua tese de doutorado sobre a tradução de uma língua para outra. Mayrink-Sabison (1991) e Abaurre et alii (1995) usam, no lugar de retextualização, as expressões refacção e reescrita , observando aspectos relativos às mudanças de um  texto no seu interior (uma escrita para outra, reescrevendo o mesmo texto) sem envolver as variáveis que incidem no caso da retextualização como tratada por Marcuschi (op. cit.), que se preocupa com a passagem da fala para a escrita. A retextualização não pode ser vista como um mero processo mecânico, uma vez que a passagem do falado para o escrito não ocorre de forma natural da mesma maneira que ocorre nos processos de textualização. Para Marcuschi (op. cit....

Apesar de não tê-lo escrito, acrescentarei algumas atualizações (rs)!

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Para escrever de forma persuasiva , um dos requisitos é deixar o texto amadurecer e não publicá-lo sem antes realizar uma boa revisão. Rory Marinich escreveu uma sequência de 9 dicas para maior efetividade na revisão dos seus textos, e eu (Augusto Campos) selecionei entre elas as 5 que julguei mais importantes: Coloque em papel: além de ser mais fácil ler no papel, uma revisão completa, do início ao fim do texto, acaba sendo mais fácil de fazer se você não estiver lendo na própria tela do editor de texto, onde a tentação de interromper a leitura para fazer uma modificação imediata qualquer é muito grande, e arruína o contexto que você precisa formar em sua mente. Imprima em papel rascunho e modo econômico, e use uma caneta para destacar os trechos que precisam de correção. (Para mim isso não funciona muito, além de se gastar grana pacas, teríamos grande perda de tempo.) Vá do começo ao fim: comece na primeira linha e vá até o final, colocando cada palavra em seu contexto...

Conselhos para TENTAR melhorar seu texto LITERÁRIO (será?)

“Tenho visto vários exemplos de pessoas que escrevem um texto qualquer e logo em seguida o publicam, sem nenhuma revisão. A qualidade do que você escreve é de extrema importância para quem lê. Os leitores ficam incomodados se percebem muitos erros no texto, principalmente se forem erros ortográficos ou gramaticais. Ninguém é perfeito, portanto alguns detalhes podem escapar, mas a impressão geral deve ser de que você se preocupou em aparar as arestas. Vamos ver quais são os principais pontos de revisão e como proceder para garantir um mínimo de qualidade para seus trabalhos. 1. Gramática e Ortografia - A primeira providência é passar um corretor ortográfico eletrônico, caso você disponha de um. Esta funcionalidade está presente no MS-Word e é acessível através da tecla F7. Éimportante ressaltar que o corretor ortográfico vai apenas ajudá-lo a identificar possíveis pontos com problemas. Não confie nele para fazer todo o trabalho sozinho! Sempre que o corretor indicar algum erro, verifi...